Política editorial
Portugal sem filtro, sem fantasia: como escolhemos, apuramos e corrigimos o que publicamos.
O que publicamos
Notícias sobre tudo o que afeta quem vive em Portugal ou está se mudando: AIMA e vistos, leis, documentação, habitação, trabalho, impostos, custo de vida e a relação Brasil–Portugal.
Cada notícia segue a mesma ordem: o que aconteceu, o que muda para você, o que fazer agora e o que isso significa. Quando há um processo em curso, como uma lei no Parlamento, mostramos em que pé ele anda.
Como apuramos
Damos prioridade a fontes oficiais (AIMA, Diário da República, Governo, Finanças, Segurança Social, INE, Parlamento, Itamaraty e TSE) e à imprensa de referência portuguesa e brasileira.
Toda afirmação tem atribuição (“segundo a AIMA”, “de acordo com o INE”) e todas as fontes ficam com link no fim da notícia. Redes sociais e grupos servem de pauta, nunca de fonte.
Quando números de fontes diferentes não medem a mesma coisa, avisamos. Quando uma informação não pode ser confirmada, não a publicamos.
Como escrevemos
Português do Brasil, com os termos portugueses explicados na primeira menção. Sem sensacionalismo, sem pânico e sem promessa de “fácil” ou “garantido”.
Notícia não tem opinião. Textos de interpretação levam o selo “Análise”. Usamos “imigrante em situação irregular”, nunca “ilegal”.
Notícias sobre regras trazem a data em que a informação é válida e o aviso de que não substituem aconselhamento jurídico.
Parceria com a Imigraê
A Imigraê, empresa de relocation em Braga, é parceira do portal. O conteúdo da parceria aparece só no bloco rotulado “Conteúdo de parceiro”, no fim de algumas notícias, e nunca dentro do texto jornalístico.
A parceria não define pautas, não revê notícias antes da publicação e não muda o que publicamos sobre serviços públicos, leis ou empresas.
Correções
Errou, corrigimos à vista: o texto é ajustado, a notícia ganha uma nota de correção e o registo fica em Correções. Encontrou um erro? Fale com a redação.