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AIMA e Vistos

Provedoria aponta atrasos, erros e falta de informação na AIMA

Relatório de 2025 foi entregue ao Parlamento; 31% de quem procurou a Provedoria tinha questões de imigração, segundo o DN Brasil.

Redação Portugal na Real

2 min de leitura

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AIMA e Vistos: Provedoria aponta atrasos, erros e falta de informação na AIMA
Foto: Markus Spiske/Unsplash

A Provedora de Justiça, Luísa Neto, entregou em 23 de setembro de 2026 à Assembleia da República o relatório de atividade de 2025. Segundo o DN Brasil, o documento aponta atrasos, erros e falta de informação no atendimento a imigrantes pela AIMA, além de recusas de NISS (número da Segurança Social) mal justificadas.

O que aconteceu

Segundo a Provedoria de Justiça, 15.342 pessoas procuraram a instituição em 2025, alta de 30,1% em relação a 2024, e foram abertos 9.685 procedimentos de queixa.

De acordo com o DN Brasil, 31% das pessoas que procuraram a Provedoria, ou 4.756 cidadãos, tinham questões ligadas a estrangeiros, entrada e residência em Portugal.

Entre os problemas apontados, segundo o jornal, estão prazos de decisão longos, erros administrativos, pouca informação sobre o andamento dos processos, falhas na migração de dados entre fases, recolha de dados biométricos repetida e notificações sem fundamentação clara.

O relatório também cita, segundo o DN Brasil, recusas de NISS pela Segurança Social com justificativas vagas, o que impediu imigrantes de aceitar ofertas de emprego. O documento reconhece o trabalho de uma força-tarefa e as novas plataformas digitais e formulários de contato.

O que muda para você

O relatório não muda regras, mas registra oficialmente problemas que muitos imigrantes enfrentam e reforça a Provedoria como canal de queixa contra a administração pública.

O que fazer agora

  • Se o seu processo está parado ou recebeu uma decisão sem explicação, você pode apresentar queixa à Provedoria de Justiça, que é gratuita.
  • Guarde e-mails, números de processo e comprovativos (comprovantes) de cada contato com a AIMA.
  • Peça sempre a fundamentação por escrito quando um pedido for recusado.

O que isso significa

É mais um órgão independente a documentar que as falhas no atendimento a imigrantes são estruturais e não casos isolados.

Informação válida em 6 de outubro de 2026.

Fontes

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